Imagem: portal g1 AM
Comércio no Centro de Manaus Registra Queda no Movimento
A paralisação dos rodoviários em Manaus resultou em uma significativa redução do movimento no comércio da região central da cidade, conforme relatado pela Associação Comercial do Amazonas (ACA).
Contexto da Paralisação
A greve dos rodoviários teve início na segunda-feira, 20 de novembro de 2023, em decorrência de atrasos nos pagamentos de salários. O Sindicato dos Rodoviários reivindica a regularização dos pagamentos, enquanto a Prefeitura de Manaus nega a existência de débitos.
Impacto no Comércio Local
Bruno Pinheiro, presidente da ACA, destacou que a paralisação gerou insegurança entre os consumidores, levando muitos a evitarem o comércio. A queda no movimento foi acentuada por relatos de trabalhadores enfrentando dificuldades para retornar para casa após o expediente.
Circulação de Ônibus e Determinações Judiciais
Mesmo com a paralisação, uma decisão judicial exigiu que 80% da frota de ônibus operasse durante os horários de pico, com 50% nos demais períodos. O descumprimento dessa determinação resultaria em multas significativas para o Sindicato dos Rodoviários.
Aulas e Atividades Acadêmicas
As aulas nas escolas municipais de Manaus continuaram normalmente, enquanto as universidades adotaram o formato remoto devido às dificuldades de deslocamento. A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) implementaram atividades remotas para minimizar os impactos da greve.
Consequências e Próximos Passos
A paralisação dos rodoviários pode ter consequências significativas para o transporte público e para a dinâmica do comércio em Manaus. A regularização dos pagamentos e o retorno à normalidade no transporte coletivo são aguardados, mas dependem da negociação entre os sindicatos e o governo.









