Imagem: divulgação/Ipaam
Fiscalização ambiental no sul do Amazonas
Durante uma operação de fiscalização, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) embargou 115 hectares em Humaitá e aplicou R$ 585,5 mil em multas por irregularidades ambientais.
Lead da Ação
Na última sexta-feira (6), o Ipaam realizou a primeira etapa da Operação Tamoiotatá 6, em Humaitá, onde identificou desmatamento e atividades agropecuárias irregulares em áreas às margens da BR-230. A operação é parte de um esforço contínuo para proteger a floresta amazônica.
Contexto Geral
O sul do Amazonas é uma região crítica em termos de desmatamento e crimes ambientais. O Ipaam intensificou suas fiscalizações, especialmente em março, com três ações já realizadas no município. O governo estadual tem priorizado o controle ambiental nesta área, reconhecida pelas pressões sobre a floresta.
Principais Pontos do Fato
A ação resultou na identificação de 15 hectares de desmatamento e 100 hectares de atividade agropecuária sem licença. Os responsáveis foram identificados em fiscalizações anteriores, e dois termos de embargo foram emitidos, totalizando 115 hectares interditados.
Os responsáveis pelas irregularidades têm um prazo de 20 dias para apresentar defesa ou realizar o pagamento das multas. O valor arrecadado será direcionado ao Fundo Estadual de Meio Ambiente (Fema).
Impactos e Consequências
As consequências da operação incluem a interrupção de atividades ilegais e uma possível redução no desmatamento na região, além de fortalecer a fiscalização ambiental. O Ipaam ressalta que casos de descumprimento de embargo podem ser encaminhados ao Ministério Público.
Análise Técnica
Gustavo Picanço, diretor-presidente do Ipaam, afirmou que a operação é parte de uma estratégia contínua e baseada em monitoramento ambiental. Ele destacou a importância de identificar rapidamente as irregularidades para garantir a proteção da floresta.
Próximos Passos
A Operação Tamoiotatá 6 é estruturada em 15 etapas que se estenderão até dezembro de 2026. O governo do Amazonas continuará a monitorar áreas de risco e aplicar medidas de fiscalização para proteger a floresta amazônica de atividades ilegais.









