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Anvisa Suspende Importação de Colírios e Medicamentos da Excelvision

Imagem: portal de notícia G1

Suspensão Preventiva de Produtos Oftalmológicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a suspensão da importação de todos os medicamentos fabricados pela empresa Excelvision, responsável pela produção de colírios e géis oftálmicos, com o intuito de proteger a saúde pública.

Contexto Geral

A decisão da Anvisa foi motivada por uma inspeção realizada em junho de 2023 pela Agência Nacional de Segurança de Medicamentos e Produtos da França (ANSM). Essa auditoria revelou descumprimentos das boas práticas de fabricação, levando a Anvisa a agir preventivamente.

Principais Pontos do Fato

1. A suspensão da importação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 17 de julho de 2026.

2. A medida abrange todos os medicamentos da Excelvision, incluindo colírios e géis oftálmicos, e visa impedir a entrada desses produtos no mercado brasileiro.

3. A Anvisa também proibiu a importação do medicamento Zonidra – 20 MG/ML X 5 ML, que nunca foi comercializado no Brasil.

4. Todos os lotes dos produtos Hyabak e Thealoz Duo fabricados a partir de 5 de junho de 2026 estão suspensos.

Impactos e Consequências

A decisão da Anvisa poderá impactar a disponibilidade de colírios e géis oftálmicos no Brasil, gerando preocupações entre os consumidores e profissionais da saúde sobre a falta de opções seguras no mercado.

Análise Técnica e Declarações

Em resposta à suspensão, o Grupo União Química esclareceu que os lotes de Hyabak e Thealoz Duo atualmente comercializados no Brasil não são afetados, pois provêm de outra planta fabril na Itália. A empresa reafirmou que os produtos cumprem com todos os requisitos de segurança e qualidade.

O Laboratório Cristália também se manifestou, destacando que a suspensão do Zonidra não afeta sua operação, já que o medicamento não foi lançado no Brasil e será produzido localmente, garantindo conformidade com os padrões regulatórios.

O Que Muda a Partir de Agora

Os consumidores são orientados a não utilizarem os produtos afetados e a verificarem a rotulagem para identificar o local de fabricação. A Anvisa continuará monitorando a situação e avaliará novos passos com base nas informações recebidas da ANSM.

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