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Ex-jogador espanhol tem entrada vetada nos EUA após jogo no Irã

Imagem: portal de notícia ESPN.

Joan Capdevila, campeão mundial, é impedido de viajar para a final da Copa do Mundo

O ex-lateral Joan Capdevila, que fez parte da seleção espanhola campeã mundial em 2010, revelou que teve a entrada nos Estados Unidos vetada. Ele planejava acompanhar a final da Copa do Mundo, que ocorrerá neste domingo (19) em Nova Jersey, entre Espanha e Argentina.

Contexto da proibição

Capdevila, que atuou na final da Copa do Mundo de 2010 contra a Holanda, teve seu pedido de autorização de viagem (Esta) negado. O ex-jogador explicou que a recusa se deu devido à sua participação em um amistoso no Irã, em 2016, onde jogou por um time de ex-jogadores da LaLiga contra uma seleção de estrelas iranianas.

Apoio e reação nas redes sociais

Em sua publicação na rede social X, Capdevila pediu ajuda ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a outros perfis governamentais, expressando sua frustração por não poder estar presente na final com seus filhos. Ele enfatizou a importância desse momento para sua família e seu amor pelo futebol.

Política de visto dos EUA

O Departamento de Segurança Interna dos EUA proíbe a entrada de pessoas que estiveram no Irã desde 2011 ou que possuam dupla nacionalidade com o país. Essa política é uma resposta a tensões políticas entre os dois países, afetando não apenas torcedores, mas também atletas e dirigentes da seleção iraniana durante a Copa do Mundo.

Impactos nas relações esportivas

As restrições de visto impactaram a participação da seleção iraniana na Copa do Mundo, dificultando a entrada de atletas e membros da comissão técnica nos EUA. A Fifa, responsável pela organização do torneio, já havia negado pedidos para transferir partidas para o México devido a questões burocráticas.

Próximos passos e possíveis desdobramentos

Capdevila e sua equipe podem tentar apelar à decisão, mas as chances são limitadas devido à rigorosa política de imigração dos EUA. O caso destaca as dificuldades enfrentadas por atletas e cidadãos em meio a tensões políticas, além de levantar questões sobre a equidade no tratamento de seleções em grandes eventos esportivos.

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