Imagem: Olhar Digital
Fenômeno solar impacta comunicações na América do Norte
Uma tempestade solar de classe X1.1, originada de uma região ativa do Sol, causou interrupções significativas em sinais de rádio na América do Norte no dia 30 de junho. O evento, que gerou uma forte explosão e uma ejeção de massa coronal, foi monitorado pelo Centro de Previsão do Clima Espacial da NOAA.
Contexto geral
O Sol passa por ciclos de atividade que duram cerca de 11 anos, e atualmente está no Ciclo Solar 25. Esse ciclo é caracterizado por um aumento na atividade de manchas solares, que são regiões de forte magnetismo. A região AR4479, responsável pela recente explosão, está sob vigilância constante, pois pode gerar novas erupções.
Principais pontos do fato
1. A tempestade solar ocorreu em 30 de junho, com pico registrado às 16h50 EDT (20h50 GMT), impactando diretamente as comunicações de alta frequência na América do Norte.
2. O evento foi classificado como de nível forte (R3), resultando em apagões temporários de rádio.
3. A ejeção de massa coronal lançada pelo Sol segue em direção à Terra, com expectativa de alcançar o planeta em 3 de julho, embora o impacto previsto seja limitado.
4. A nuvem de partículas solares pode interagir com o campo magnético da Terra, potencialmente gerando auroras boreais, embora as projeções atuais indiquem um impacto reduzido.
Impactos e consequências
As falhas de rádio causadas pela tempestade solar podem afetar comunicações aeronáuticas e marítimas, além de interferir em sistemas de navegação. A previsão de impacto limitado pela ejeção de massa coronal traz alívio temporário, mas a possibilidade de novas explosões gera preocupação entre cientistas.
Análise técnica ou fontes
Especialistas da NASA e do NOAA alertam que as erupções solares são classificadas de A a X, com a classe X sendo a mais intensa. As ejeções de massa coronal podem levar de um a três dias para chegar à Terra, e a atividade solar continua a ser monitorada para prever possíveis novos eventos.
O que muda a partir de agora
Os cientistas continuarão a monitorar a região AR4479, que permanece ativa e voltada para a Terra. A expectativa é de que novas erupções possam ocorrer a qualquer momento, exigindo vigilância constante. A possibilidade de auroras boreais se mantém, mas com menor probabilidade do que anteriormente prevista.









