Imagem: portal de notícia Veja
Executivo da Globo explica divisão de direitos da Copa
Manuel Belmar, diretor financeiro e de produtos digitais da Globo, comentou a divisão dos direitos de transmissão da Copa do Mundo e respondeu às críticas pela ausência de algumas partidas na programação da emissora em uma entrevista à revista Veja.
Cenário atual da transmissão esportiva
Belmar destacou que a Globo sempre esteve em um ambiente de forte concorrência, que se intensificou com o avanço das plataformas digitais. Ele afirmou que, apesar de dividir a exibição com outros canais, a dinâmica das transmissões esportivas mudou.
Críticas à programação da emissora
O executivo reconheceu que a emissora tem sido alvo de críticas por não exibir partidas importantes, mas ressaltou que o desafio vai além da simples compra dos direitos de transmissão. Ele mencionou a necessidade de equilibrar os custos crescentes e a atenção do público, que está fragmentada entre várias opções.
Importância da TV aberta
Belmar argumentou que a televisão aberta ainda concentra as maiores audiências da Copa, citando dados do Ibope que mostram que as 20 maiores audiências até agora são da TV aberta, que alcançou 90% do público da competição, mesmo exibindo apenas metade dos jogos.
A audiência e o alcance da Globo
Ele também comentou que mais de 41 milhões de pessoas assistiram a jogos somente na Globo e que muitos brasileiros não têm acompanhado partidas disponíveis apenas nas plataformas digitais, destacando a relevância da TV aberta na comunicação em massa.
Copa do Mundo e comunicação integrada
O diretor enfatizou que a cobertura da Copa vai além das transmissões esportivas, abrangendo telejornais, programas de entretenimento e redes sociais. Essa capacidade de transformar o evento em um assunto do dia é um ativo essencial da Globo.
O papel da TV aberta em grandes eventos
Por fim, Belmar reiterou que a televisão aberta desempenha um papel crucial na cobertura de grandes eventos, e que a confusão entre comunicação de massa e nichos é um erro comum. Ele acredita que a TV continua sendo importante em momentos em que o país se concentra em um único assunto.









