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Marina Dias brilha em Salt Lake City
A paulista Marina Dias venceu a etapa de Salt Lake City, nos Estados Unidos, da Copa do Mundo de Paraescalada na classe RP3, que é destinada a atletas com limitações de alcance, força e potência.
Abertura do evento
A competição ocorreu nos dias 15 e 16 de setembro de 2023. Marina já havia demonstrado um bom desempenho na fase classificatória, onde ficou em primeiro lugar entre as oito atletas participantes.
Desempenho na final
Na final, apenas Marina e a norte-americana Nat Vorel conseguiram atingir o topo da parede. No entanto, a brasileira concluiu o percurso em um tempo mais rápido, garantindo assim a medalha de ouro. A alemã Lena Schoellig completou o pódio, alcançando 39 agarras.
Contexto da Paraescalada
Marina Dias é uma figura proeminente na paraescalada brasileira, sendo bicampeã mundial. Ela enfrenta desafios devido à esclerose múltipla, que afeta o lado esquerdo de seu corpo. A inclusão da modalidade nas Paralimpíadas será uma estreia em Los Angeles, em 2028, embora a classe RP3 não esteja programada para ser disputada.
Outros brasileiros no pódio
Outro destaque brasileiro na competição foi Eduardo Schaus, que conquistou a medalha de bronze na classe AU2, destinada a atletas amputados ou com função reduzida de membro superior. Eduardo, que nasceu sem a mão direita, conseguiu alcançar 35 agarras.
Perspectivas para o futuro
A classe AU2 de Eduardo Schaus será uma das competidas nas próximas Paralimpíadas, conforme anúncio do Comitê Paralímpico Internacional em junho de 2022. Ao todo, serão oito categorias, incluindo atletas com deficiências visuais, de membros superiores e inferiores.
Impactos e Reflexos
A vitória de Marina e o pódio de Eduardo destacam o crescimento e a visibilidade da paraescalada no Brasil, além de inspirar novos atletas a se interessarem pela modalidade, que busca cada vez mais inclusão e reconhecimento em nível global.
Próximos passos
Os atletas brasileiros agora se preparam para futuras competições, com foco nas Paralimpíadas de Los Angeles, onde a expectativa é de um aumento significativo na participação do Brasil nas modalidades de escalada adaptada.









