Imagem: portal de notícia G1
STJ mantém prisão de Ademar Cardoso
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um pedido de habeas corpus para Ademar Farias Cardoso Neto, irmão da ex-sinhazinha do Boi Garantido, Djidja Cardoso, cuja morte em 2024 em Manaus gerou grande repercussão.
Contexto do caso
Djidja Cardoso foi encontrada morta em sua residência no dia 28 de maio de 2024. O caso se tornou emblemático por envolver questões de tráfico de drogas, depressão e relações familiares, além de ter implicações no cenário social e jurídico da região.
Decisão do STJ
O pedido de habeas corpus foi negado com base na análise preliminar do ministro Sebastião Reis Júnior, que considerou a gravidade das acusações e a complexidade do processo. A defesa argumentou sobre o excesso de prazo da prisão, mas o ministro afastou essa tese.
Motivos da prisão preventiva
Ademar Cardoso está preso desde 2024, acusado de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A investigação se concentra no uso e distribuição de cetamina, uma substância comumente utilizada na medicina veterinária.
Impactos e repercussão
A negativa do STJ tem implicações diretas na vida de Ademar Cardoso e de sua família, além de refletir sobre o sistema judicial brasileiro em casos relacionados ao tráfico de drogas e à violência.
Análise de especialistas
Especialistas em direito penal apontam que a decisão do STJ é coerente com a necessidade de garantir a ordem pública, especialmente em casos complexos que envolvem múltiplos réus e graves acusações.
Próximos passos
Após a negativa do habeas corpus, o caso seguirá seu curso no judiciário, com o STJ solicitando informações sobre o andamento do processo e a situação atual de Ademar, que ainda será analisado pelo Ministério Público Federal.









