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Identificação da Praga Vassoura-de-Bruxa em Macapá e Santana

Imagem: Rede Amazônica

Praga vassoura-de-bruxa afeta plantações de mandioca

A praga vassoura-de-bruxa da mandioca foi confirmada em Macapá e Santana, impactando a produção agrícola local e levantando preocupações sobre a segurança alimentar da região.

Resumo do Fato

Os primeiros casos da praga foram registrados em março e abril de 2023, nas comunidades de Santa Luzia do Maruanum e Matão do Piaçacá. A Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária do Amapá (Diagro) iniciou ações para conter a disseminação do fungo.

Contexto Geral

A vassoura-de-bruxa é uma doença causada por fungos que afeta as lavouras de mandioca, importante para a dieta e a economia local. O Amapá, que já enfrenta desafios na agricultura, vê suas comunidades ameaçadas pela nova praga.

Principais Pontos do Fato

1. Os focos da praga foram confirmados em Santa Luzia do Maruanum (março) e Matão do Piaçacá (abril).

2. A Diagro está implementando barreiras fitossanitárias para evitar o transporte de material contaminado entre os municípios.

3. A praga se dispersa pelo vento, chuva e solo, complicando os esforços de contenção.

4. Quatro dos 16 municípios do Amapá ainda estão livres da praga, sendo eles Itaubal, Mazagão, Vale do Jari e Laranjal.

5. A nova portaria estadual prevê assistência a todas as áreas afetadas pela praga, ampliando os esforços de controle.

Impactos e Consequências

As comunidades indígenas que dependem da mandioca para sua subsistência estão entre as mais afetadas, com pelo menos 8 mil indígenas prejudicados. A situação pode impactar a produção de farinha e a segurança alimentar na região.

Análise Técnica

Júlia Braga, chefe da unidade de sanidade vegetal da Diagro, enfatiza que as barreiras são essenciais não apenas para coibir o transporte de material vegetal contaminado, mas também para educar a população sobre os riscos da praga.

O que muda a partir de agora

Com a publicação da nova portaria, as medidas de controle e assistência serão intensificadas. A Diagro continuará monitorando a situação para prevenir novos focos e minimizar os impactos sociais e econômicos nas comunidades afetadas.

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