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Vizinha é suspeita de mandar matar professor da Ufam em Manaus

Imagem: portal de notícia g1.

Professor da Ufam é assassinado em disputa por bar

O professor Davi Said Aidar, de 62 anos, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), foi morto em fevereiro deste ano em Manaus após desentendimentos com a vizinha Juliana da Rocha Pacheco, de 42 anos, que é a principal suspeita de ter mandado matar o educador.

Contexto geral

O crime ocorreu em um bar na rodovia AM-010, onde Davi havia aberto seu estabelecimento, levando a disputas comerciais com Juliana, que já possuía um bar na mesma área. A rivalidade entre os dois culminou em uma série de discussões e ameaças.

Principais pontos do fato

1. O crime foi registrado por câmeras de segurança, que mostraram a chegada dos suspeitos ao local. A Polícia Civil do Amazonas confirmou que Juliana foi a mandante do assassinato.

2. A rivalidade entre Davi e Juliana começou a afetar o movimento do bar dela, resultando em tensões que evoluíram para ameaças e discussões constantes, conforme relatado pelo delegado Adanor Porto.

3. Juliana contratou seu sobrinho, Lucas Santos de Freitas, de 31 anos, para organizar o crime. Ele recrutou outros envolvidos e planejou a execução, que culminou em 14 disparos, dos quais sete atingiram a vítima.

4. O primeiro suspeito a ser preso foi Lucas, em 25 de fevereiro, seguido por Antonio Carlos Pinheiro Meireles, que foi detido em 3 de março. Outros dois suspeitos, Rafael Fernando de Paula Bahia e Emerson Sevalho de Souza, foram presos nos dias seguintes.

Impactos e consequências

O assassinato do professor gerou repercussão na comunidade acadêmica e na sociedade local, levantando questões sobre a segurança e o convívio social em áreas de disputa comercial. A Ufam lamentou a perda de Davi, destacando sua contribuição à pesquisa em genética e preservação de abelhas.

Análise técnica ou fontes

O delegado Adanor Porto informou que todos os presos confessaram participação no crime e indicaram outros envolvidos. A polícia continua em busca de Juliana, que permanece foragida, e investiga as circunstâncias que levaram ao planejamento do homicídio.

O que muda a partir de agora

As autoridades prosseguem com as investigações para localizar a mandante do crime e garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados. A Ufam deverá promover ações de apoio à comunidade acadêmica em decorrência do luto pela perda do professor.

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