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Mais de 9 mil quelônios são soltos no Rio Uatumã, no Amazonas

Imagem: portal de notícia g1

Ação de soltura de quelônios em Presidente Figueiredo

Mais de nove mil quelônios foram devolvidos à natureza neste fim de semana no município de Presidente Figueiredo, localizado a aproximadamente 117 quilômetros de Manaus. A soltura, que ocorreu no Rio Uatumã, é uma tradição da comunidade local, que se envolve ativamente na proteção dessas espécies.

Contexto da soltura

A soltura de quelônios, que inclui tartarugas, tracajás e iaçás, totalizou 9.603 animais. Este evento é resultado do trabalho contínuo das comunidades ribeirinhas, que se dedicam à proteção dos ninhos e ao cuidado dos filhotes, assegurando sua sobrevivência até a fase de soltura. A iniciativa é um exemplo de conservação ambiental e de fortalecimento da consciência ecológica entre os moradores.

Importância da ação para a comunidade

Moradores que participaram da soltura enfatizaram a relevância do projeto para a preservação das espécies e como ele contribui para o futuro da fauna local. A ação promove a conscientização ambiental entre diferentes gerações, envolvendo a comunidade no cuidado e proteção da biodiversidade.

Locais de soltura e seu significado ecológico

Neste ano, o Lago do Calabá foi o local que recebeu a maior parte dos quelônios retornados à natureza. O local é considerado estratégico para a reprodução das espécies e para a manutenção do equilíbrio ecológico na região do Lago de Balbina.

Ciclo de preservação

A soltura dos quelônios faz parte de um ciclo que se inicia com a vigilância dos ninhos durante o período de desova, segue com o acompanhamento dos filhotes e culmina na devolução dos animais ao seu habitat natural. Essa prática é realizada com o apoio da gestão da RDS Uatumã e das comunidades locais, que desempenham um papel fundamental na conservação da biodiversidade amazônica.

Próximos passos

A continuidade dessas ações depende do engajamento da comunidade e do suporte das autoridades ambientais. Medidas futuras podem incluir a ampliação das áreas de proteção e a intensificação da educação ambiental nas escolas locais, visando garantir a preservação das espécies e do ecossistema.

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